1 de jun de 2011

A Felicidade.

Pela poesia que se estende do concreto,
Pelas flores que nascem do asfalto,
Pelas ruínas que nos desconstroem,
Pelo desassossego incerto,
Pela coragem que nasce tímida,
Pela reinvenção de cada amor,
Pela força, pela vida, por qualquer coisa que se queira.


A felicidade,

Nasce renasce refaz ciclos refaz-se.
A felicidade quer, deseja, se toma de vontade
Se bebe aos litros, a felicidade se consome.
Antropofágica a felicidade.
Pela possibilidade de ser eterna em si mesma,
ensimesmada, espalha-se, esparrama-se, é líquida.
Quer qualquer forma, a felicidade quer ser.

A felicidade quer.


A queremos, por qualquer coisa que se queira, em qualquer forma.
Uma música para a felicidade, a cantemos, a dancemos, a sejamos também.
Sejamos mais.
Se reinventa na estensão do concreto, 
Se descontroe no caminho das flores,
Se desassossega perdida no asfalto
Se enconraja na maior da timidez,
Se fortalece quando tudo parece incerto,
Se encontra na poesia, na vida, em tudo que se queira.



A Felicidade.

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